SUBSEDE BEBEDOURO

Mudar é dificil mas é possivel -Paulo Freire

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

MAIS UMA TRISTE NOTA SOBRE A EDUCAÇÃO NO BRASIL

                              Aula para o Governador do Ceará!
AULA DE MATEMÁTICA
Hoje vou brincar de professor de matemática. Vou passar alguns problemas para vocês resolverem.

Problema nº1
Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?
Resposta: 200 alunos dia.
Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por Mês?
Resposta: 4.400 alunos por mês.
Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e, que em cada um deles, resolveram pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80 centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?
R: 160,00 reais diários
Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é faturamento mensal do mesmo professor?
R: Final do mês ele terá a faturado R$ 3.520,00.

Problema nº2
O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?
Resposta: aproximadamente 0,27 mensais
(vixe, valemos menos que o pacote de pipoca)... continuando os exercícios...
 
Problema nº3
Um professor de padrão de vida simples,solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:
Sindicato: R$12,00reais
Aluguel: R$350,00reais ( pra não viver confortável)
Agua/energia elétrica: R$100,00 reais (usando o mínimo)
Acesso à internet: R$60,00 reais
Telefone: R$30,00 reais (com restrições de ligações)
Instituto de previdência: R$150,00 reais
Cesta básica: R$500,00 reais
Transporte: sem dinheiro
Roupas: promocionais
Quanto um professor gasta em um mês?
Total das despesas: R$1202,00
Qual o saldo mensal de um professor?
Saldo mensal: R$1187,00 - 1202= -15 reais, passando necessidades

Agora eu te pergunto:
- Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?
- Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.
- Quanto vale o trabalho de um professor??
- Isso é bom para o aluno???
- Isso é bom para a educação pública do Brasil??
  
 
Agora olhem a pérola que o Sr. Governador do Ceará disse:

" Quem quiser dar aula faça isso por gosto, e não pelo salário.
Se quiser ganhar melhor, peça demissão e vá para o ensino privado "


Cid Gomes - Governador(_) do Ceará



SE VOCÊ ACHA QUE NOSSO GOVERNADOR DEVE ABRIR MÃO DE SEU SALÁRIO E GOVERNAR POR AMOR, PASSE PARA A FRENTE!.


CAMPANHA 

"Cid, doe seu SALÁRIO e governe por AMOR !"



Vamos espalhar isso aos 4 ventos e aumentar a campanha:

DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS, MINISTROS, DOEM SEUS SALÁRIOS E TRABALHEM POR AMOR!
 
Profa. Dra Clebiana Peixoto
Instituto Federal do Ceará – IFCE.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ENTENDA O PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DO ENSINO - A QUEM INTERESSA?

Empresários da educação elogiam programas do governo e pedem mais

Política| 03/10/2011 | Copyleft
Fábio Nassif

Reunidos no 13° Fórum Nacional do Ensino Superior Privado, empresários e representantes de mantenedoras defendem a ampliação das políticas de financiamento, como Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). Para eles, o aprofundamento deste modelo é fundamental para a garantia de seus lucros, já que nos últimos anos houve uma redução do ritmo de crescimento das matrículas.

Mais de 400 empresários e representantes de mantenedoras se reuniram nos dias 29 e 30 no 13° Fórum Nacional do Ensino Superior Privado para debater as perspectivas do setor no próximo período. Entre autoelogios e críticas ao movimento estudantil chileno, eles chegaram a um consenso: bom para eles, mesmo, é a ampliação das políticas de financiamento, como Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

O encontro de gala, num hotel localizado perto da avenida Paulista, exibiu as cifras do bem-sucedido setor, que só em 2009 teve um faturamento de R$ 29 bilhões. Nos discursos, estava o reconhecimento do grande momento vivido pela educação privada depois da aprovação da Lei de Diretrizes e Bases, em 1996, durante governo de Fernando Henrique Cardoso.

A expansão das matrículas foi impulsionada posteriormente por programas como o Fies, do governo Lula. Por esse programa, o estudante das instituições privadas paga sua matrícula depois de se formar. O Estado brasileiro é o seu fiador.

O fato de o governo ter assumido todos os riscos do financiamento educacional é elogiado pelos empresários. Na opinião deles, o aprofundamento deste modelo é fundamental para a garantia de seus lucros, já que nos últimos anos houve uma redução do ritmo de crescimento das matrículas.

Antes do início de uma das palestras, uma ilustrativa pesquisa foi respondida pela plateia. Perguntada sobre como garantir a expansão das matrículas do ensino superior, 47% apontou para as política de financiamento estudantil e outros 49%, por meio de subsídios direto às universidades privadas. Apenas 4% se arriscou em defender a expansão pelo ensino público. “Não podemos ter o financiamento estudantil como única fonte. No Brasil, isso é mínimo”, disse em seguida o presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), Hermes Ferreira.

Segundo informações da assessoria do Ministério da Educação, 107 mil contratos do Fies foram assinados até setembro deste ano. O aumento considerável, se comparado aos 75 mil feitos em 2010, se deve às mudanças realizadas no programa, flexibilizando as regras do empréstimo. O MEC também afirma, no Censo de 2009, que de cada dez estudantes do ensino superior privado, três são bolsistas. Destes, 82,5% são de programas reembolsáveis como o Fies.

A preocupação dos empresários também se deve à fragilidade financeira demonstrada pelas chamadas classes C e D, as que mais se inseriram na universidade particular no último período. Insaciáveis, os mantenedores das privadas preferem um setor menos regulamentado para facilitar a abertura de vagas no ensino à distância e no ensino técnico.

Chile
Para o palestrante Fábio Garcia, diretor de Operações do Centro universitário Salesiano de São Paulo, o Chile é um modelo, quando se fala na descentralização e desburocratização do seu sistema de ensino. O movimento estudantil chileno, não. Garcia foi farto em elogios ao sistema privatizado daquele país, e também pródigo em críticas aos estudantes que estão nas ruas desde março deste ano.

A referência ao país se dá exatamente por esses dois aspectos, já que o modelo educacional chileno - em profunda crise -, está estruturado no sistema de créditos estudantis. “O sistema cresceu, o crédito não acompanhou e os estudantes foram pra rua”, reconhece Fábio, para dizer em seguida que a pauta de reinvindicações estudantis são muito “ideológicas” e “doutrinárias”.

O temor com o não pagamento das dívidas de mensalidades, apesar da admiração à total prioridade dos últimos governos chilenos com o ensino pago (no país, até as universidades públicas cobram mensalidades), faz com que os empresários prefiram o modelo brasileiro. “Já li que o governo chileno quer visitar o Brasil pra conhecer o Prouni e o Fies, para aperfeiçoar a política de financiamento”, conta o diretor.

O diretor-executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, argumenta que o sistema de créditos dos bancos privados na educação são caros pois, diferente de outras mercadorias, ela não pode ser devolvida em caso de não cumprimento do pagamento. “Então o governo realmente tem que entrar nesta história com financiamento subsidiado, como uma política de Estado mesmo”, sugere aos chilenos. Palavra de quem tem certeza de que a educação é um bom negócio. Ainda mais com a ajuda do Estado.

Da parte do governo, a reivindicação dos empresários, de mais financiamento para a Saúde, terá que chegar pelo correio. O secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, não foi.
 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

REFLEXÃO - A ORIGEM DA REFORMA EDUCACIONAL QUE NOS PREJUDICA

SINDICATO – O ÚLTIMO REFÚGIO CONTRA AS ARBITRARIEDADES DO GOVERNO

SINDICATO – O ÚLTIMO REFÚGIO CONTRA AS ARBITRARIEDADES DO GOVERNO
Não faremos tudo o que o seu mestre mandar! É preciso compreender para combater!
Você conhece o PREAL? Estamos falando do Programa de Promoção da Reforma Educativa na América Latina e Caribe. Esse programa é responsável por grande parte do sofrimento dos professores. A sua principal marca é a forte investida contra o papel do Estado, através do discurso da falta de eficiência, racionalidade e competência. Para tanto, defende  que parcelas do setor empresarial se coloquem e assumam de maneira contundente, o papel de agente promotor da reforma educacional, pois esses necessitam, frente à dura competição produtiva instalada no mercado global, qualificar melhor sua força de trabalho. 
A questão que mais nos interessa é que o documento joga grande parte da culpa do fracasso educacional nos professores – atente a esse trecho “Nas análises feitas, os professores não são suficientemente treinados e apresentam nível acadêmico muito baixo. As pessoas que compõem o quadro do magistério são aquelas que não conseguiram outra profissão de maior prestígio”.
O documento afirma que os professores não somente são os responsáveis pela baixa qualidade no ensino, como também o maior obstáculo a uma melhor educação na América Latina. E quais são as alegações dos burocratas do PREAL.
1.       Os professores resistem em aceitar uma rigorosa avaliação de desempenho de forma periódica, que possibilite a demissão daqueles que não são eficientes.
2.       Rejeitam políticas salariais de acordo com a competência.
3.       Buscam impedir nova legislação que vise à descentralização do sistema, dando autonomia e poder para a administração escolar contratar, por mérito e desempenho, os melhores profissionais para seus quadros.
Ainda acusam os sindicatos,  dizendo que,  os opositores não têm compromisso com uma educação de qualidade para todos, que a resistência dos sindicatos localiza-se em interesses corporativistas.
É NESSE SENTIDO QUE CLAMAMOS A TODOS – PROFESSORES UNIDOS E SINDICALIZADOS CONTRA OS ABUSOS.
Chega de submissão, não vamos aceitar as orientações de um documento que discrimina e exclui. NÃO PODEMOS ACEITAR PERDER NOSSA AUTONOMIA EM RELAÇÃO AO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM E SER COLOCADOS COMO BODE EXPIATÓRIO DO FRACASSO DO SISTEMA.  BASTA DA LÓGICA EMPRESARIAL NA EDUCAÇÃO!
COORDENAÇÃO DA SUBSEDE BEBEDOURO
GESTÃO OPOSIÇÃO ALTERNATIVA 2011/2014

quinta-feira, 28 de julho de 2011

OPINIÃO

FÉRIAS REPARTIDAS: GOVERNO MENTE, PREJUDICA PROFESSORES E TENTA ENROLAR A CATEGORIA

            O governo Alckmin/Hermann publicou, sem consultar ninguém, a Resolução 44/11 a pretexto de reorganizar o Calendário escolar. Na prática, dividiu as férias dos professores em dois períodos de 15 dias. Porém, divulgou, com apoio de setores da mídia,  que esse disparate foi uma reivindicação da nossa categoria.
           Mais uma vez o Governo de São Paulo mente descaradamente ao afirmar que os professores solicitaram nas reuniões de pólo a mudança das férias. E mesmo que fosse verdade, porque, então, não concedeu o reajuste de 36,74%, em uma única parcela, como foi reivindicado em todos os pólos, pelos professores?
          O que ele faz é justificar seus desmandos como se fossem de nossa responsabilidade. Este Governo promove as mais absurdas mudanças sem respeitar o Sindicato e sem respeitar a categoria que é sempre a maior prejudicada.
          As diretorias de ensino se esforçam para nos convencer de que o fato de não se poder convocar alunos em janeiro e julho aumentará os dias de descanso. Mas a Resolução é clara ao estabelecer, como já consta na LDB, que deverá haver 200 dias de “efetivo trabalho escolar”, o que significa concentração de dias letivos, principalmente no 2º semestre.
          Alguns afirmam, escorados no §1º, art. 5º da resolução, que os dias de Planejamento e Replanejamento (previstos para janeiro e julho)  podem ser contados como “de efetivo trabalho escolar”, mas  a definição desse conceito no artigo 3º   da Resolução exige a “presença obrigatória dos alunos”,   e o  §º único , do inciso III do artigo 1º afirma que “a organização das atividades escolares será feita de forma a não prever a participação de alunos nos meses de janeiro e de julho”, e dessa forma sem contar os dias previstos para planejamento, não há como encerrar o ano letivo antes de 24 de dezembro,  a não ser que se trabalhe nos sábados. 
Na verdade haverá uma concentração de dias letivos, aumentando o stress e os problemas de saúde da nossa categoria.
ASPECTOS LEGAIS
          O artigo 6º da Constituição federal  aponta  que são direitos do cidadão a saúde e o lazer, dentre outros. As  férias anuais devem ser um período de descanso onde o trabalhador teria  a possibilidade de restaurar a sua saúde, suas relações pessoais, melhorar a qualidade de vida e alcançar seu bem-estar, ou seja recuperar sua condição física mental e social.
          O jurista Maurício Godinho Delgado, na p. 952 do  Curso de Direito do Trabalho, Editora LTR,  afirma que as férias correspondem ao "lapso temporal remunerado, de frequência anual, constituído de diversos dias sequenciais, em que o empregado pode sustar a prestação de serviços e sua disponibilidade perante o empregador, com o objetivo de recuperação e implementação de suas energias e de sua inserção familiar, comunitária e política”
          No caput do Art. 134 da CLT, Consolidação das Lei Trabalhistas, está previsto que  as férias são um direito do  trabalhador e no seu §º2º se impede a divisão dos período de férias para os menores de 18 anos e maiores de 50 anos. Porém, não estamos submetidos a CLT.  O Estatuto do Funcionalismo Público, Lei 10.261/68  no seu artigo 177  permite a divisão das férias em dois períodos iguais.
          Note-se que sendo direito adquirido do trabalhador, a divisão das férias só poderia ser feita com a concordância dos trabalhadores e talvez por isso, já no início da Resolução 44/2011 o governo diz considerar “ as reivindicações de representantes dos profissionais da educação por ocasião de visitas realizadas pelo Secretário aos Pólos Regionais”. O governo mente para justificar sua atitude.
ARGUMENTO PEDAGÓGICO TAMBÉM É FALSO
          Também não se sustenta que  as férias estão sendo repartidas para  organizar melhor as escolas e o aspecto pedagógico. Pedagogicamente essa medida só poderá trazer prejuízos uma vez que nas condições de trabalho e violência das escolas públicas estaduais, somadas ao provável aumento de problemas de saúde pela intensificação do trabalho escolar, haverá mais prejuízo aos alunos. Só nós é que sabemos o quanto nossa profissão é estressante. O quanto necessitamos das férias escolares de janeiro em sua integralidade para nosso descanso, lazer com a família e organização de nossas tarefas que durante o ano, por conta de nossa jornada de trabalho, ficam praticamente de lado.
          Todos estes aspectos são importantes, porém o mais importante é sem dúvida a preservação da nossa saúde. Seguramente, um período menor de descanso fará com que mais professores adoeçam e solicitem maior tempo de licença-saúde. Também esta medida poderá provocar o aumento do êxodo de professores para outras redes de trabalho ou mesmo para a iniciativa privada, fato este que já vem acontecendo devido ao desrespeito e à falta de incentivos com que o Governo do Estado de São Paulo trata a Educação e os Educadores.
          Por fim, também não é fato que haverá 25 dias seguidos de descanso em julho ( 15 de férias e 10 de recesso) já que recesso não são férias. E a julgar pelo tanto de atividades que a própria Resolução menciona já sabemos qual será o resultado, convocação no recesso. Não podemos e nem devemos abrir mão de nossas férias!
ARTICULAÇÃO SINDICAL É A FAVOR DA DIVISÃO DAS FÉRIAS
          A origem da proposta de repartir as férias vem do governo federal.  No governo Lula, o então Senador Aloísio Mercadante, articulado com o Ministério do Turismo, propunha repartir as férias em até 3 período de 10 dias. Algumas prefeituras administradas pelo PT, como a de Suzano-SP, já estabelecem a repartição das férias.
          A direção majoritária da APEOESP, Articulação Sindical, apesar de publicamente se pronunciar contra a decisão do governo de repartir as férias, está ligada ao governo federal e talvez não tenha interesse em combater a proposta para não atingi-lo, bem como as prefeituras petistas.
          Na reunião da diretoria, alguns diretores do setor majoritário defendiam que a Assembléia só deveria ocorrer no final de setembro. A Oposição que defendia a Assembleia para o fim de agosto, mas abriu mão da sua proposta para que a Assembléia, mesmo distante, fosse realizada no início de setembro. Também foi aprovado um Plebiscito para ser feito junto à categoria e a comunidade.                            Apesar de nos abstermos da votação na reunião, consideramos um equívoco consultar a comunidade sobre nossas férias. Nenhuma categoria opina sobre as férias de outra categoria. Dessa forma decidimos encaminhar para que a Reunião de Representantes de escola do dia 11 de agosto opine sobre esse tema.
          A exemplo do que fizemos no passado, quando a categoria está disposta, conseguimos derrotar o governo. Somente lutando por nossos direitos teremos vitória.  Por fim, acreditamos que não bastam as medidas jurídicas. Só reconquistaremos nossas férias integrais em Janeiro se houver disposição de luta. É necessário que todos (as) participem da Assembleia.
Defendemos:
> integralidade das férias de Janeiro e recesso em Julho;
> calendário escolar debatido com o Conselho de Escola;
> aplicação da jornada nacional com 1/3 de atividades extraclasse;
> Atribuição de aulas em Dezembro

Reunião de Representantes: 11 de Agosto
ASSEMBLEIA: 02 de Setembro – Pça. República.

Documento da Corrente Sindical Conspiração Socialista 28/07/2009